Então, depois de muitas conversas resolvemos nos encontrar. Não sabia qual dos blocos iria, mas decidi encontrá-lo numa famosa churrascaria que ele tinha sugerido. Eu não conhecia o local, mas era cedo da noite e era um local muito famoso naquela redondeza. E tinha camarão, que adoro comer. Mas não iria correr o risco de comer camarão fora, pra ficar mais a vontade disse que poderia ser o que ele quisesse, se tinha batata frita poderia ser.
Por fim, cheguei numa saia mais curta e claro, com meu inconfundível salto alto. Estacionei em frente, pois quando ia chegando um cliente ia saindo. Deu foi certo. E vi numa mesa, do lado de fora, um homem muito alto, magro, de bigode e cavanhaque, nariz de árabe, aquele tipo comprido. Lembrou-me um certo cantor brasileiro, em sua metamorfose ambulante.
Fui me aproximando e confesso que me senti sendo desnudada. Ele me olhava dos pés à cabeça ao me aproximar, ele se levantou, muito cavalheiro, e puxou uma cadeira para eu sentar e chamou o garçom que se aproximou e perguntou o que queríamos. Ele perguntou o que eu queria eu disse que uma água de coco. Perguntou se me incomodaria se ele pedisse uma cerveja. Respondi que não.
Então ele pegou minhas mãos sobre a mesa e chegou seu rosto bem próximo ao meu e disse:
- Como você é linda! Será que estou sonhando? Será que mereço uma mulher como você? Só gostaria de lhe pedir uma coisa: não me olhe assim, por favor, porque seu olhar me enfeitiça, desde quando vi sua foto, e essa boca, será que vou resistir senti-la?
E fiquei sem fala, o que poderia dizer diante dele? Uma voz rouca, homem vivido, inteligente, maduro, interessante, que fazia poemas para mim durante o período de nossas conversas. Ele é escritor. Possui alguns livros escritos.
Ele achegou sua cadeira para pertinho de mim e beijou meu rosto, minha orelha. Uau. Arrepiei quando ele colocou as mãos em meu joelho pertinho das minhas coxas.
- Como sua pele é macia, sedosa, cheirosa. Linda. Assim como você. Será que você está aqui de verdade ou é apenas imaginação de minha mente?
Quando de repente entra umas pessoas da família dele e um corre até ele chamando. Não me incomodei nada, até porque sabíamos da situação familiar um do outro. Foi algo que pedimos: Franqueza, sinceridade e transparência. Como sempre eu fui. Ele perguntou:
- Posso lhe apresentar à minha família como minha namorada?
{Ahn? De novo? Mais outro? Virei galinha agora? Todos os homens que me conhecerem ou se encontrarem comigo vão querer ser meu namorado, casar comigo? Ah não! Estou entrando numa enrolada que vou ter que achar um jeito de resolver}.
- Olha, estamos acabando de nos conhecer, vamos conversar mais, nos entender mais.
- Mas não precisa, Ylennah. A gente olha pra você e ver que mulher incrível você é e que besta é quem não te quer. Quero te fazer uma pergunta: Você aceita ser minha namorada? Quero que saiamos daqui com este compromisso. Você surgiu em minha vida nesse momento em que eu acho que foi escrito pra acontecer agora.
Namorada!...
E agora? E eu que só queria um P.A...
Começou a chover e ele ficou mais pertinho de mim, como se quisesse me proteger, ali naquela mesa. Só que aproveitou para beijar meu pescoço, minha testa e tentou beijar minha boca, e claro que me esquivei. O local estava lotado de gente, inclusive com várias pessoas da família dele.
Depois de bebermos minha cajuína e ele a cerveja, comemos um combo de batata frita, e ele me convidou para conhecer sua casa. Por incrível que pareça era apenas 2 casas após aquele restaurante.
E ali, dentro pude senti o louco desejo que consumia aquele homem de voz rouca, louca, impetuosa, divertida, espirituosa, que me falava de forma poética e picante, provocando e aguçando meus sentidos, meus desejos e curiosidade dele. Foi me empurrando devagarinho para dentro de seu quarto, trancou a porta, colocou um som de Bluetooth com músicas que sabia que eu adorava (Procol Harum – A Whiter Shade Of Pale). Colou seu corpo contra o meu e começou a dançar, corpo sobre corpo, enquanto lambia minhas orelhas, soprava em meu rosto e ouvido... Com aquelas mãos enormes e magras passeava por meu corpo. Eu nem sei quando foi a ultima vez que dancei com um homem assim, coladinho, se esfregando, provocando nos órgãos...
Ele começou a lamber meu pescoço, tirou minha saia, alisou e beijou minhas coxas – quase enlouqueço – não suporto que toque em minhas pernas, minhas coxas, joelhos. Ele foi descendo, se abaixando, abrindo minhas pernas e enfiou o rosto entre minhas pernas, na minha buceta, cheirando e passando a língua sobre minha calcinha de renda, cinza.
- Sua calcinha é linda, posso retirá-la?
Eu já nem pensava bem direito e ele foi retirando, tentei empurrar a sandália alta para tirar. Ele disse:
- Não tire as sandálias, eu adoro ver você de salto.
Ele então afastou minhas pernas e começou a lamber minha buceta e devagar foi me jogando na cama e me perdi toda, porque eu queria gritar, com aquela língua louca me fudendo a buceta, chupando tudo como que quisesse me arrancar, deu várias mordidas no meu grelo ( e teve uma que doeu pra cacete, - eu gritei), chupou, chupou tudo, enfiava o dedo, então puxei sua mão e peguei o dedo e enfiei em minha boca, sugando meu próprio sabor em seus dedos, e me deixei levar, quando fui surpreendida por aquela língua quente chupando meus lábios num beijo quente, molhado, safado.
- Ylenhah, como teus lábios são macios, gostosos de chupar.
Era língua pra lá, era língua pra cá. Não gosto e nunca permito beijos de boca, mas quer saber, vou aproveitar tudo. Todo mundo bem de saúde. Ele divorciado, eu também sem ninguém. Então nosso compromisso com a felicidade, com o prazer.
Fui
virada do avesso, dedo no cu, cacete na boca, fui cavalgada, mamada, mordida
(ainda tem markas no corpo), fiquei com um bom tempo com marcas de boca na
bunda, nas coxas, nos ombros... Eu permitir, claro. A dor de alguma forma me fascina.
No fim das contas, pra encurtar história, fui fudida com tanto ímpeto que ainda hoje estou dolorida. E ele adora um 69.
Aí, isso comigo é um diploma. Porque eu chupo que nem uma puta. E ele adorou, pensei que ele ia ter um treco, gemia, tremia, me apertava. De verdade fiquei com medo de morrer, porque ele com muito tesão me apertava muito, muito mesmo que comecei a ficar sem conseguir respirar direito. Ainda hoje sinto dores no corpo, precisei ser medicada com analgésicos e medicamento para dores musculares. Esses dois dias, praticamente não fui trabalhar, só dei uma passada pra marcar o ponto – vamos assim dizer. Ainda estou sentindo dores. Aí juntou com o lanche que comi final de semana com o DD – piorou tudo... Não aceito mais comer não, só se for 3 azeitonas.
Fiz igual aos lutadores de MMA, deu uma batidinha nas costas dele e ele me liberou um pouco mais. E voltou a arrancar minha buceta com a boca...
- Olha como você está molhadinha, vou chupar você...
E nessa troca de libido, carinho, ousadia, muita foda, ele me colocou de costas para ele e deitada na cama e meteu com vontade. Comeu minha buceta e completou o banquete comendo meu cu. E se jogou em cima de mim como se estivesse encerrando aquela sessão...
Só que Não, porque já tivemos vários outros encontros que depois
narrarei como aconteceram. Enquanto isso, ele vai me ataviando com esses adereços
que já disse que não precisa. Que ele é um presente especial. Só que... Pasmem:
já quer casar comigo, Esses dias já me levou pra conhecer sua família, etc...
Aiai. Acho que não vou mais encontrar ninguém não... Todos querem casar comigo!

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