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DE TRÊS COM TRÊS

 

 


Pois é. Hoje o número que fez sentido foi com 03.

Quando recebi o telefonema com aquela voz que me é inconfundível, desejável (só achei que tava um pouco melancólica, mas pode ter sido só impressão minha, talvez). Mas a ordem era clara, era Ele, meu mestre adorado. Markando aquela rápida e singular sessão. Confesso que tava com saudades Dele, apesar de que ultimamente tenho andado muito ocupada - com muitas fodas, entre outras coisas.

Sinceramente nunca pensei que eu pudesse ter coleção de cacetes à minha disposição! Estou impressionada. Lembrei-me do filme “Tá chovendo hambúrger”. Eu diria: “tá chovendo cacetes”.

Já estava sentindo falta desses ares sadomaso... Foi maravilhoso sentir meu adorado Mestre, sentir todo seu ensinamento na prática. Como ele me dá dicas especiais que servem para eu melhorar minha performance como fêmea, como mulher, como o que eu quiser. Sentir seu sabor a invadir minha boca, com se fosse o último alimento. Tudo tão quentinho, fogosamente delicioso. O tempo curto parece que se expande de tão delicioso que é sentir tudo que emana Dele. A voz, o toque, o respirar, skin on skin; o fogo que destila de seu cacete incomparavelmente delicioso... Aiaiai...

Depois da sessão com o mestre, voltei ao trabalho para pegar um documento que tinha esquecido e precisava assinar e recebi o telefonema do DD, então combinei em passar por lá na casa dele (cerca de 5 minutos do meu trabalho), o peguei e demos uma volta no quarteirão até achar um ponto calmo, sem movimentação, inclinei os bancos do carro e foi uma festa. Ele não sabia se me beijava, se enfiava os dedos em minha buceta, que já estava bem encharcada, pois tinha acabado de chegar do encontro com o mestre. Ele enfiou dois dedos e cheirou, depois chupou seus dedos. Daí eu peguei esses mesmos dedos e atolei na boca.

Logo percebi que seu cacete crescia embaixo da bermuda. Como os dois bancos estavam totalmente inclinados e os vidros 75% davam um pouco mais de privacidade, quase não se sabia que estávamos lá.  Deixei ele me beijar na boca, enquanto ele enfiava seus dedos na minha xereca. Eu ia apertando seu cacete que logo começou a crescer. Então desci um pouco a bermuda, sem retirar e coloquei seu pau para fora e desci a boca... era muito gemido, mas não dava de fazer muita coisa ali, não. Então achei melhor pararmos e deixar para outro dia.

Então ele disse:

- Como você é cheirosa, inclusive lá.
- Lá onde?

- La na buceta. Sua buceta é cheirosa e gostosa.

Provoquei, até porque quem estava ali era a outra, a Sheyla. E a Sheyla está se mostrando bem perigosamente vadia. Enquanto a Ylena tem seu lado SM fortíssimo e a outra, muito comportada socialmente; já a Sheyla é mais perigosa. Mais envolvente, sedutora, “matadora”. E ela vai crescer muito pelo visto, porque o "assédio" de macho é uma coisa de louco!

Por fim, ele ficou com o cacete em riste e simplesmente ela o dispensou. Aí tinha que aguentar pelo menos 20 mensagens de áudio, outras tantas escritas e uns 5 telefonemas num espaço de  algumas horas.
Ao deixar o DD ali,  Sheyla foi ao encontro do Raul, que não morava muito longe, apenas uns 5 minutinhos. Foi quase uma surpresa, ela mandou a mensagem perguntando se ele tava em casa e ele disse que sim e ela foi até lá.

Ao chegar seus 3 irmãos estavam sentados na porta e mais outras pessoas. Mas e daí? Não deve nada a ninguém. Ela é livre e desimpedida, ele também... Ele a convidou para entrar; tinha acabado de sair do banho, tava molhado, de bermuda.. E ao fechar a porta foi logo a agarrando e beijando-a, mordendo o pescoço e levando para dentro de sua casa. Na sala tem uma rede onde ele sentou e ela sentou-se por cima cm as pernas abertas sobre ele, como se diz por aqui “escanchada”. Enquanto isso ela fazia movimento de vai e vem, sobe e desce, e o cacete crescendo.
Ele segurou seu rosto e disse:

- você hoje tá diferente, com um brilho diferente em seu rosto, em seu olhar.

- sério? Não fiz nada, não.

Mas seria porque tinha encontrado com o mestre? Enfim...

Ele enfiou os dedos por dentro da calcinha (ela teve que vestir uma – sempre deixa 2 no carro – porque depois da sessão foi direto para eles... e a buceta estava encharcada.

O Raul é extremamente ousado, atrevido mesmo, sem frescura nenhuma. Então ele puxou minha calcinha para o lado e meteu um dedo em minha buceta e disse:

- como ela está quentinha, posso chupá-la?

- não, bem, hoje não tenho um compromisso (e realmente tinha).

Ele não só chupa, ele suga com bastante força, morde, morde mesmo, me fazendo gritar. Enfia a língua o mais profundo possível. Nunca vi uma língua tão comprida!

Então ele enfiava um dedo, dois dedos e colocava na boca, depois puxou de lado minha blusa e começou a sugar o bico de meu peito e morder. Cacete! Mil vezes! Morder de verdade, doeu, depois ficou massageando com a língua, quando eu gritei.

Então eu disse:

- pode morder minhas coxas.

- não, eu vi as marcas que ficaram. Vou morder não.

Mas mordeu. Machucou um pouco. Ficou arroxeado, mas acho sexy. Eu gosto da dor... (?)

Entre muitos abraços, dedos, cheiros, sabores, líquidos... esfregações, chupadas... Eu dei as cartas e disse:

- tenho que ir.

- poxa Sheyla, você vem em minha casa, me provoca e me deixa assim com o pau duro e vai embora? Quando é que você vem dormir comigo aqui? E quando vamos pensar sobre o próximo passo, porque já estamos namorando e agora... Não estamos?

E agora?  De novo essa história de casamento. Morar em Porto Seguro, na Bahia... Aiai...

Muita vadiagem: Num dia com 03: 03 machos; 03 nomes; 03 mulher... e uma mesma fêmea. Ela suportou. Estaria já pronta para grandes fodas coletivas?

- Não! Talvez não.

 

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