Então o DD me liga, ele queria comemorar o dia Internacional da Mulher comigo. Achei o gesto bonito, mesmo sendo numa sexta-feira. Mas valia sim. Eu o peguei em sua casa e ele foi traçando o caminho que deveríamos seguir. E por fim chegamos num dos restaurantes mais caros e famosos dessa cidade, numa zona também cara.
Mas ele disse:
- Você merece, pela mulher linda,
especial, guerreira e maravilhosa que você é.
Quando a conta chegou eu disse a
ele.
- Confesso que não tenho essas
vaidades de gastar muito, com coisas que poderiam ter preço em pelo menos um
quarto a menos.
E ainda me deu um perfume caríssimo! Eu pedi que quando saíssemos
novamente que não fosse mais para comer e sim para fuder, usar esse tempo para
fuder bastante. Ele começou a ficar avermelhado. Ele é mais tímido. Mas não
menos impetuoso, fogoso. E chama minha buceta de priquitinha. Minha nossa!
Essa expressão é lá do mato mesmo, lá do tempo da pedra lascada.
3 garçons nos servindo, comemos, tomamos
suco, tudo muito chique, tinha até cover, manobrista, segurança, afff...
Quando terminamos eu queria mesmo
era ir para casa, pois tinha saído pela manhã e fiquei no office até o horário
do encontro. Tenho feito muito isso. Pra ganhar tempo. Tomo banho e me troco,
por isso já deixo na carruagem os acessórios. Pensando aqui: Acho que tenho que
tirar aquela mala de lá.
Então ao sairmos do restaurante
fomos a um motel em outra zona, norte, ele pegou a chave de uma suíte, entramos
e foi logo me abraçando, me cheirando, passando a língua em meu pescoço,
tentando tirar minha roupa. Segurei suas mãos e disse, com ar de dominadora:
- Deixe que eu mesma faço isso.
Não tirei as sandálias e fui
retirando peça por peça das roupas. Mas sua impaciência foi maior. Me puxou e
jogou na cama, sem eu terminar e começou a retirar o restante...
Sinceramente, qualquer mulher pode ter um homem em seu domínio, em suas mãos, eu pelo menos pude perceber isso
com os 03 últimos que tenho saído. É pura sedução.
Ele foi retirando, cheirando e ficou admirando minha calcinha de rendinha cor de lavanda, perfumada. E acho que esqueceu de mim, só pode, porque desceu a cabeça para minha buceta e foi cheirar, e depois lamber bem leve, devagar, com a pontinha da língua. Rum! Isso me deu uma agonia. Peguei então a cabeça dele e empurrei com vontade pra dentro e forcei as ancas para a frente.
Caralho!
Se vai chupar uma buceta que chupa
com gosto. Assim como eu chupo um cacete. Não tem que haver nojo, vergonha. Até
porque minha saúde está ok, estou limpa, cheirosa, excitada... Depois de fazê-lo chupar e meter
a língua lá no fundo puxei sua cabeça para cima e nos beijamos... e num golpe
de chave, sei lá, só sei que virei ele e desci até seu cacete que já estava
ereto e meti a boca o mais profundo que pude. Ele tremia todo. Confesso que
fiquei com medo dele se apagar bem ali. Vou até perguntar se ele tem algum
problema de saúde desse tipo. Desmaios, pressão, sei lá... Fiz o que sei fazer
com um pau. Mamar, chupar, lamber... chupava enquanto passava as mãos em suas
bolas... ele não resistiu e perguntou:
- Posso gozar?
- Não, ainda não – respondi, dando
um tempo, para que a excitação arrefecesse.
E fui abraçando, cheirando e depois
de ficar em outras posições, eu estava extremamente excitada, querendo pegar um
lubrificante, pois sabia que ele queria comer meu cuzinho. E não estava muito a fim
de sentir dor. Estava um pouco dolorida pela foda do dia anterior.
Então ele invadiu minha buceta com
2 dedos e ficou naquele movimento de vai e vem. Peguei sua mão e esses mesmos
dedos e enfiei em minha boca, lambendo e chupando, olhando firme para aqueles
olhos verdes – com certeza com olhar de puta. Nessas horas eu viro mesmo...
esqueço todas as conveniências e me torno a fêmea mais desejada para uma foda.
Não é não?
Enquanto fazia isso, fui sentando em seu
cacete. E cavalgando.
- como sua buceta é quentinha
- pois fode, fode bastante ela
Ele estava a ponto de explodir quando
eu sair e fiquei de bruços sobre a cama e os pés para fora para facilitar um
anal. E ele se jogou sobre mim e enfiou de uma vez seu cacete duro, me
impedindo de me mover ou sair. E parecia um cachorro louco num entra e sai
louco e eu forçando para trás para ter mais profundidade... mesmo com o ar
condicionado do motel ligado, nossos corpos suavam e ele gemia e eu também
gemia, porque eu gosto de fuder.
Quando então senti sua explosão dentro de
mim. Mas eu queria mais... Mas já estava muito tarde. Ele se levantou de sobre
mim e foi tomar um banho. Não sabia o que fazer. Fiquei ali, dentada e disse
pra ele pedir a conta, ele fez e fui me vestir. Ele chegou até mim e segurou
meu rosto agradecendo
- obrigada, foi maravilhoso!
Imagina quanto eu colocar para fora
tudo que posso fazer com ele... Vamos sair novamente hoje, dia 14, logo mais...

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