Tudo parecia perfeito. Principalmente o cenário. O que me fez retornar ao filme Lagoa Azul. De certo que esta viagem não era propriamente para algumas caraminhocas construídas em minha mente lasciva. Mas e daí? Tinha a meu favor o tempo, o local e a pessoa.
Então fui de leito (igual a música pega o Guanabara e vem), descansando, à
vontade; estava na organização de um grande evento e hospedei-me naquele S hotel da
cidade praiana. Cheguei, relaxei, descansei e a noite estava lá eu, toda
perfumada, cheirosa, provocante.
O Cláudio sabia que eu estaria ali,
tínhamos trocado algumas falas antes e tínhamos decidido aproveitar esse
momento para uma saidinha – carp diem. Eram 19.07h de pleno sábado, estava na
entrada do auditório, de costas para a porta de fora, de repente sinto mãos
massageando meus ombros, até achei ser uma das colegas do evento e deixei e me
inclinei para trás, e disse: hummm, que delícia. Quando de repente escuto uma
voz feminina: epa, esse é meu! Respondi: tou pegando nada, hein! (AINDA). Afastei-me
e me virei, era ele a sua digníssima. cumprimentei-os, óbvio, com efusivos
abraços e beijinhos. E perguntei sobre a família, essas coisas que somos induzidos a manter nos relacionamentos sociais.
Mas como já sabia que depois, mais
tarde a história seria outra. Seria apenas entre eu e ele. Sorri. Trocamos
olhares e confesso que um fogo subiu entre as pernas, imaginando aquela boca de
tantas promessas me sugando. Ali não existia mais ex-chefe, nem office. Apenas um
macho e uma fêmea que estavam loucos de tesões. Muitos tesões. Porque eram
vários desejos guardados.
Ele me enviou uma mensagem para que
as 21.00h pudéssemos nos encontrar. Era tarde, não sei, não estava fazendo
nada, estava livre, as palestras do evento já estavam encerradas naquele
horário. E assim fui para porta do hotel, como quem fosse dar uma voltinha no sea,
mas na verdade sob aquelas estrelas, brisa e areia estava mesmo era me
preparando para ser uma presa presa e prender também,
principalmente com a boca e com aquela apertadinha contraída de buceta
amarrando o cacete.
Foi muito bom sentir toda aquela
volúpia, poder sentir todo desejo reprimido, sua língua perigosa que nem sabia
onde ficava, se dentro de minha boca ou dentro de minha buceta sugando meu
néctar interno (tava nem aí, porque eram nossos sabores que estávamos
sentindo); estava sendo mordiscada pelo corpo todo, como que para me eternizar em
sua mente, em sua boca... Foi muita esfregação, corpo contra corpo. Loucura
total.
Ser jogada naquela cama e ser
arreganhada, tendo a buceta cheirada, lambida, chupada, sugada, mordida era um
tesão desgraçado que me fazia tremer.
Não deixei ele continuar, porque "eu" era quem queria fazer a coisa. Então empurrei ele para a cama (de costa, de frente) e fiz aquilo que
eu acho que é uma das minhas especialidades: trabalhar com a boca. Lambi seu
corpo peludo, suas costas, sua bunda, e quando cheguei em seu cacete, ele já
não se aguentava mais, começou a tremular. Confesso que fiquei um pouco
assustada, porque não sabia as consequências de tantas emoções, tantos desejos...
Fudi. Fudi e fudi seu cacete com
minha boca, engasguei-me, tossi, sugei. E em alguns momentos punhetei. Enquanto
ele se contorcia todo. Enfiei aquela tora buceta adentro, depois cu adentro (é
grandinha a coisa, viu); sentei, cavalguei, esfreguei e por um bom tempo me deliciei
também nessa onda de vai-vem naquele pau. Fui lembrando de meu mestre. Sorri satisfeita
com aquele momento tão gostoso. Quando vi que ele estava a ponto de explodir,
com o cacete pulsando muito, tirei-o de dentro de mim, e enfiei aquela rola em
minha boca, passei a língua e chupei, enquanto apertava na base numa acelerada
punheta e pude deixar ele lavar minha boca escorrendo pelo corpo.
E como aquela vadia que todo macho
aprecia, passei a língua pelos lábios enfiando dois dedos da mão direita na
boca, lambendo aquela porra tão deliciosa (Mestre, sabes que gosto, né?).
Foram momentos inesquecíveis de uma
longa espera finalmente concretizada e agora esperando se repetir quem sabe nos
próximos meses. Ele está vendo um jeitinho de vir aqui nesta terra de sol..
Aiai...
Enquanto isso, a cada dia ao chegar
na rua, ao descer do carro, ao abrir a porta, fico olhando na esperança de ver meu
adorado e tão desejado mestre e penso: onde ele está que nunca o vejo? Saudade
desgraçada!
Mas essa semana foi um final de
semana bem intenso, além de estar em vários eventos, aproveitar para assistir de novo TODOS os links, várias vezes, fui em outros que estavam abaixo ou acima, e,
fudi, com muita dor, desejo e imaginação. Estou aqui com a buceta babando e
dolorida, e o cu arreganhado, porque as madrugadas foram muito intensas com muitas fodas (pedi um novo
cacete duplo, com vibrador). Vou enlouquecer... Chega em poucos dias. Vamos ver.
Joguei as coisas velhas fora e agora quero tudo novo. Assim como esse desejo
insano e profano que se renova a cada dia e que nutro por este que é eternamente meu adorado mestre BDSM,
Dom Marka. Adoro-te!
(29 ) - 15.00 entrevista tv (30) - aulas- tarde/noite (oficina empreendedorismo) (02)- palestra – dia todo (liderança) (05) – reunião office – dia todo (SET) – retorno Campus (3ª e 4ª - tarde) – (5ª -manhã-tarde)
PS - Talvez não tenha UMA, mas tem alguém de encontros periódicos. Mas creio que ela não toparia, apesar de que tenho instigado ele a convencê-la e termos um momento triplo.
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