Ouvir a voz, sentir a letra, sim, sentir, cada palavra, cada tudo do meu adoradíssimo mestre é algo inexplicável, indescritível e acima de tudo prazeroso. Nem sei quantas dezenas de milhares de vezes já repetir isso durante todo esse tempo. Mas e daí, como negar o inegável? Eu simplesmente adoro quando ele faz o que faz: provoca em mim meu lado mais sexual, vagabundo, sensual, feminino... servil. Sim, Serva com orgulho.
Tudo parece caminhar para um delicioso encontro (como sempre é). Fui naquele local já caminho trivialmente conhecido... e fiquei ali naquele banco de carro esperando; nem sabia qual lado ficar. Fiquei no passageiro e ele sempre me surpreende, ficou no carona de trás. Não o vi, mas podia senti-lo intensamente. Aquele voz perpetuada em minha mente e deliciosamente provocante. Sabia que era ELE. Quem mais teria tamanha ousadia de provocar uma fêmea leoa aquietada num cantinho do tempo esperando um momento de ser cutucada?
Eu fui daquela forma bem vadia, silenciosa, nada disse a ele, mas estava sem calcinha, buceta raspadinha, minha bolsa com lubrificante e um cacete enorme enfiado no cu. Não sei porque, mas passei o dia assim no office, subindo e descendo a bunda na cadeira, em movimentos suaves para enfiar aquele cacete mais fundo e soltar... esses vídeos que vou assistindo... só pode...
Cometi um erro que jamais se repetirá com certeza. Perfumes. Gente, adoro perfumes franceses e só tenho assim, ou que comprei ou que ganhei, é Jadore, é Pierre Cardin, Lacôme, Dolce & Cabana, e por ai vai. Já tentei usar os daqui, mas termino voltando ao Jadore (meu preferido de qualquer um). Mas aí não posso ir markando Dom Marka como se fosse território meu, através de meu cheiro. Então encontros com o mestre serão apenas com banho do mesmo sabonete que ele usa. Que tal? Boa solução só preciso saber a marka do sabonete ou shampoo...
Nem precisei sentir o cheiro de algum cheiro, quando entrou o cheiro dele já era presente, com aquela ousadia provocante que mexe com meus sentidos, que me faz ir por onde ele conduz... vou seguindo cada pegada, cada gps de sua condução maravilhosa. Porque nós queremos, nós gostamos e há essa sintonia entre nós. Né?
Sempre respeitamos, pelo menos eu, cada limite imposto. Nunca ultrapassei fronteiras que nunca me foram permitidas. Creio que isso é considerável e favorável, porque ele não tem de mim ou provoca em mim só prazer extremo, animal. Ele tem TODO meu respeito. Queria ser muito mais dedicada. Mas uma coisa é certa: sempre será um enorme prazer servi-lo. E quando a convocação chega, eu me desdobro para atendê-la. Porque é imperiosa e absurdamente prazerosa.
Às vezes esqueço que o tempo passa. E como ele a gente também vai... Tantos planos para o futuro de curto prazo. Academia, cirurgias, economias... Sei lá que me confundo. Mas confesso que meu Mestre sempre foi a motivação extra não falo só no BDSM, mas em qualquer área da minha vida. Como mudei em tantas coisas para melhor, digo eu. Eu tenho prazer em escutá-lo.
E lá estou eu ouvindo seu sussurro em meu cangote, em meu ouvido, mexendo com minha imaginação, com minha libida adormecida pela correria da vida que absorvi ultimamente. E agora reacendendo. Sim, mesmo não tendo sido uma sessão lá em lugares costumeiros, mas foi um encontro de alguma forma. E logo mais tarde teria mais dois me fazendo pensar nessa putinha louca que me transformei, provocante e provocando tantos homens. A mulher se quiser, pode!
Algumas horas depois desse momento com o Mestre fui encontrar o DD, estava estava muito, muito afoito. Não gosto assim, porque antecipa um momento que poderia ser perpetuado na mente, no corpo, o tesão, por mais que tentasse controlá-lo ele estava incontrolável; então deixei fazer o serviço completo: boca, buceta e cu. Naquele quarto com música sertaneja alta, não deu de evitar aquele corpo peludo, suado e trêmulo a me invadir com tanta impetuosidade que parecia que nunca tinha fudido na vida. Pensei que ia me partir ao meio, de tanta sede ao pote. Haja mordida nos peitos, na boca... Me fez proposta de casamento. Este será deixado, com certeza. Jamais casaria com ele. Sou muito boçal (sem pudores para um homem medíocre, no sentido de ser mediano na ousadia). Só me serve um homem cuja ousadia me surpreenda, de preferência mil vezes SM. Não consigo mais ter uma vida medíocre, comum. Sem sentir essas sensações... de perigo, de dor, de prazer extremo... Foram 2 horas de muita foda (que poderei até detalhar depois...). Porque o dia estava indo para o fim, já era 9 da noite e tinha outro encontro... Raul.
Dirigi até a sua residência, e, apesar de algum tempo ausente, sem dá as caras, fui bem recebida, com muito beijo, cheiros e promessas subentendidas. Mas ainda assim, ali por trás do balcão, sentei-me "escanchada" sobre seu cacete e esfreguei minha buceta por cima de sua bermuda e pude sentir seu cacete crescer... enquanto o som de sua caixinha tocava um Paulo Ricardo, e eu balanceava o corpo conforme a música... Por conta da minha garganta e voz definimos empurrar nosso encontro para o dia seguinte pela manhã (já que eu não queria dormir na sua casa); ou seja, sentei em cima de seu cacete, sem calcinha, que tirei da bolsa e esfreguei na cara dele e joguei em cima dele e disse: ela ficará contigo até amanhã pela manhã. Ele queria eu que voltasse depois da meia-noite, mas não achei muito seguro, até porque queria levar uma caipirosca para experimentar (nunca tinha bebido). Fiz isso meia-noite e quarenta minutos. Não foi legal, estava sem senti sabores, por conta da garganta... Mas tomei, mas ainda assim prefiro meu vinho suave tinto. Aliás, isso me deu uma ideia pra minha próxima viagem pode servir...
Amanheceu o dia, sábado, dormi até a hora de sair ao encontro esperado. Fomos a um local próprio para isso, né? Privacidade. Ficamos 2 horas, onde fui fudida de todas as formas (de frente, de costas, de lado, de quatro, 69), mordida, chupada. Estou com a bunda e buceta doloridas e cheias de marcas de mordidas. Acho que Raul fez isso de propósito. Muita palmada na bunda, na coxa. Minha língua da boca mordida, sugada e chupada, também... Opa, ele tá descobrindo meu gosto ou está externalizando quem ele é?
Infelizmente não deu de controlar tantas impetuosidades e força. Ele me jogou na cama e realmente me dominou, prendeu meus pulsos para trás e fez a festa; literalmente me usou do jeito que quis. E claro que gostei dessa dominação. Mesmo desejando não fazer, porque tinha dito que um seria na frente e o outro seria atrás... Mas como parar, impedir a força que eu estava provocando nesses homens naqueles momentos? Fazendo-os se sentirem machos, desejosos, provocados...???
Hoje, a noite, não aguento sair... Vou me recompor, porque estou toda dolorida nas minhas partes íntimas. Nem dá de brinca com meus cacetes...
Será que o Mestre dança? Adoraria dançar Whiter Shade of Pale, do Procol Harum... Skin on skin...
Comentários
Postar um comentário