E duas fêmeas sentadas no
banco da frente de um carro com mãos perigosas, quentes, entre toques
insinuantes... Eu, na direção, tentando não me distrair com aquela mão atrevida
que insistia em entreabrir minhas pernas, já sem calcinha, providencialmente... Ela, com aquela boca insinuante, madura, que
sabia abrir um sorriso entreaberto. Pensei: experiência. Sim. Ela sabia muito
mais que eu. Mas, e daí? O que importa saberes numa ocasião como essas em que existem
apenas fêmeas e macho?
O momento de aproveitar era
aquele, onde todos estávamos juntos, disponíveis para o prazer...
E assim, aquele sonho
poderia ser uma baita realidade se aquela que teve o privilégio de ser tua
serva primeira pudesse um então aceitar o desafio de servir um único mestre com
mais uma outra serva.
Até porque entre fantasias,
desejos e tesões... beijar uma mulher é um desafio cada vez mais ousado e
aproximado. Porquanto, apesar de já tivesse estado com uma muna intimidade
muito maior, entre esfregaços e chupadas, por conta principalmente de um tesão incontrolado
do Comandante, que ficava de pau duro ao me ver tirando a roupa e me esfregando
tetas contra tetas noutra “putinha”.
E quando o ato ultrapassava
as tetas e se concentrava na boca? Oca que chupa coxa, boca que chupa boca,
boca que chupa buceta...
O D não seria, nesse ato,
mero expectador, com certeza faria parte da festa com muita intensidade e
arrisco-me a dizer: e tesão. Porque se uma fêmea provoca, duas putinhas provocam
muito mais! Ainda mais se elas forem servas... Aí, não tem limites.
CARP DIEM!

Comentários
Postar um comentário