Eu sempre fui aquele tipo de fêmea que quando entra numa relação entra com tudo. Numa entrega total. Digo instintos que se traduzem em grandes sensações. E quando se trata de BDSM cada sessão se transforma em emoção, explosão de desejos.
Quando meu adorado Mestre convoca, a única resposta plausível é: Sim, Sr! Só atender, porque como serva dele é para isso que sirvo: para atender seu chamado, sua convocação, satisfazer seus desejos. Por coincidência do destino naquele dia eu estava sem aulas o que facilitou o meu deslocamento; iria para qualquer lugar que ele chamasse; na verdade eu nunca me importei com a distância, fosse aqui, ali, acolá... Qualquer lugar será sempre o melhor lugar, a distância para mim nunca foi um empecilho o obstáculo pelo contrário foi a motivação Eu sempre me importei em atender, em obedecer.
Por vezes tive que cancelar compromissos relevantes, urgentes e importantes, todavia o chamado Dele para mim, ainda é, acima de muitos outros compromissos. Então programo-me de tal forma que seja possível organizar as coisas com antecedência; fui eliminando algumas coisas da minha famosa mala, deixado para trás e levando, agora, uma bolsa simples, mas com o essencial para 1 sessão maravilhosa, inesquecível e espetacular. Quando vi aquele caminhar, aquele andar que sempre me fascinou há 20 anos continua a me fascinar a cada dia.
Naquele quartinho quente, já denotava a temperatura do momento: QUENTE. Aparece a Sheyla, mesmo que por pouco tempo, foi bom foi bom vê-la atuando... mas a serva ainda é aquela que prevalece, começava a aflorar, podia lembrar o tempo de servidão. Como foi bom! Muitas superações, aberturas e sabores envolvimento e toques todos sublimemente apreciado, absorvido... Uau, como eu gostei! Queria ficar mais tempo, o resto do dia ou quem sabe mais outro dia, mas aí lembrei que a gerente foi a carrasca da vez... ela me fez lembrar da música da Nayara Azevedo “toma aqui os 50 reais” (sua vaca).
Deviam não cobrar pelo prazer... tão pouco tempo... Mas que se eternizaram ainda HOJE... Posso até não conseguir segurar o tempo, mas a sensação de gozo, de satisfação que invade meu corpo dura pelo menos de 2 a 3 dias.... a buceta fica babando de tantas lembranças e o cu fica piscando fazendo esse tal agachamento todo dia... Esperando mais superações. Mas encontros. Mais prazer. Carp Diem. Contando os dias para que haja mais sessões assim, do nada e com tudo... aqui ou acolá, que importa?
Gratidão, meu Mestre!
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