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INVASÕES...

Depois de um longo e bom tempo estou de volta. Dias corridos. Dias secos e dias cheios... Realmente o tempo tem sido muito carrasco comigo. Não estou sabendo distribuí-lo de forma equânime.
Aproveitei as folgas trabalhistas de fim de ano para também dá folga a mim mesma, das correrias acadêmicas. Mas isso não foi lá muito bom porque ficou muito conteúdo atrasado e agora os mestres precisam atualizar tudo, em tempo fora do tempo. Aulas em dias que não teriam. Mas tudo bem. Sei também que subir cada degrau de conhecimento exige mais e mais. Por enquanto ainda me submeto a isso... Até o dia em que eu cansar e querer apenas viver e nada mais...
Mas fora isso tenho saído pouco, estou mais aquietada, escrevendo mais, preparando livros de poesias; participando de Antologias.... enfim. Divulgar um pouco o que me sai da alma, do coração, dos desejos e externalizo nas letras, no papel...
Conheci o Marc no academia. E de inicio nossos olhares se cruzaram. e se fixaram. logo depois ele se aproximou e perguntou se tava tudo bem, apertando minha mão. Eu dei aquela olhada, mordendo levemente o lábio e passando a língua no lábio inferior.
Já senti diferença no olhar e no calção dele, de verdade. Um monte crescia o que o levou a sentar sobre um dos aparelhos...
Fui beber água, ele foi também, apenas para pedir meu número de celular; e ali, mesmo, começou a me mandar mensagens, e disse coisas picantes, etc falei que sou uma mulher diferente, com desejos lascivamente não convencionais. - Opa, gosto disso! (disse ele), pois também tenho muitas fantasias fora do padrão. 
Mas eu sempre fico receosa com machos muito soltos. Sempre tem uma dona encrenca na área. E eu não sou de confusão sou da calmaria, do prazer. E realmente tem alguém, mas como disse a ele, isso não é problema meu, tenho nada a ver com ela ou elas.
Sorrimos.
E, finalmente aconteceu o tão esperado e fantasiado encontro. Ainda não foi "o encontro". Esse só será noutro momento com mais calma. Mas já foi um aperitivo. Um bom aperitivo.  Aliás, ele gosta de vinho... humhum... já apareceram ideias aqui na  cabeça...
Ele me mandou uma mensagem, ontem, perguntando quando eu iria sequestrá-lo para as coisas que deixei subentendidas... - Hoje.
E assim foi nos encontramos num café discreto, ali na zona leste, conversamos tomamos um cafezinho expresso, não demoramos muito. Falei dos exames que estava fazendo para cuidar da saúde e que fazia anualmente, em janeiro. 
Mas ele queria mesmo era sair para um lugar mais 'reservado' e logo ali na avenida dos Ipês... devia ter decorado o número... Mas não lembro.
Mais afoito que eu, queria começar logo tudo. Eu apenas coloquei o dedo em sua boca e o silenciei. Empurrando-o para a cama tipo dançando e me esfregando, olhando firmemente em seu olhar, com cara de putinha, com certeza.
E ele com aquele olhos ávidos, cacete crescendo... E ainda vestidos eu me sentei sobre se cacete e fiquei fazendo movimentos de cópula, esfregando, pra cima e pra baixo, e ele tentando me beijar na boca, no que eu desviava e segurava seu queixo. Comecei a lamber seu rosto, sua orelha,  enquanto esfregava meu rosto em seu rosto... esfregando meus peitos (ainda vestidos) em seu peito, onde retirei a camiseta... empurrei-o para trás e me ajoelhei no chão aos seus pés... E comecei a tirar sua bermuda, antes tirei seu tênis. E seu cacete pulou em riste. Peguei-o com minhas duas mãos, fazendo um punheta e batendo em meu rosto. Aspirei ruidosamente esse cheiro de macho; senti seu cheiro muito bem perfumado.
Levantei-me, fiquei em pé e disse para ele se sentar. Juro que pensei que ele iria ter um treco! Respiração ofegante. Fui desviando a atenção para que todos relaxassem, e, por fim fui me abaixando bem devagar olhando sempre nos olhos dele e fui chegando minha boca em seu cacete, onde fui beijando pelas lados e dando uma apertada com a mão. E, por fim passei a língua na pontinha em movimentos acelerados e comecei a mordiscar, a sugar, a fuder seu cacete com minha boca. 
O Marc gemia tanto, com respiração entrecortada que não sabia ase parava ou se continuava. Bem, era atleta, dono de empresa de material para atletismo. Continuei... E fui fundo nos movimentos. Acho que ele nunca teve uma boca tão louca como essa em seu cacete. Por fim, ele explodiu. A minha intenção era justamente essa: fudê-lo, sem tirar minha roupa.
Mas quando ele explodiu na minha boca, deixei tudo escorrendo  com a língua de fora e esfreguei um pouco na boca. Tirei a calcinha e cheirei e dirigi sua mão para a minha buceta, quente, molhada... E ele disse: - e ainda nem comi sua xoxota! 




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