Pois é, finalmente meu desconforto estomacal foi diagnosticado com um desagradável refluxo. E eu sei o porquê: falta de sentir aquele delicioso gozo garganta abaixo, falta de um cacete crescendo goela adentro. Foi a única justificativa que achei para essa merda de dor e azia. Foi depois que diminuí minhas chupadas que comecei a sentir isso. Antes quando fodia com mais frequência, que mamava com mais frequência nada sentia. Agora minha vontade é de não mais comer. Isso vai ser bom por conta do meu plano de perda de peso. Que já tinha deixado de lado por conta das correrias, comendo errado, em hora e fora de hora, madrugada adentro. Etc. agora vou ter que regular a vida, pra viver a vida.
E agora fuder. E ter que fuder muito mesmo.
Além disso acho que um misto de ansiedade
estava contribuindo para que eu chegasse a essa situação de saúde. Muita pressão
por parte da universidade, por conta de produções acadêmicas – agora caminhando
par o fim – qualificar dissertação e depois partir para defesa na banca.
Ainda veio as despesas com a
carruagem, 2 mil contos. Raiva. Só porque não levei antes para autorizada, fui
bem ali, ajudar na oficina de um amigo, me fudi sem ser fudida. Pelo menos
lubrificaram as portas que estavam meio rangidas, agora não precisa mais bater
com força. Acho que final do ano quero trocar de carruagem. Outra da mesma, mais
moderna, já fiz o test drive essa semana e gostei, modelo 2025.
Sei lá, pensei também em passar um
tempo no Canadá, tipo uns 20 dias ou 1 mês em minhas férias do final do ano ou no
próximo ano. Quem sabe um doutorado ou pós-doutorado por lá. Mas precisaria
aprofundar meu francês. Afinal, domino melhor o inglês, aliás em minha proficiência
em língua inglesa tirei nota máxima,10,0! Mas também preciso praticar. Com quem?
Procurar um gringo? Um gringo BDSM?
Enfim... conjecturas... cansaço e
vontade de ficar à toa, sem fazer nada. Estou me esgotando com tantas sobrecargas.
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