- Oiiii. Como está você? Faz tempo que
não te vejo. Quando a gente vai sair? Quer vir aqui mais tarde?
Perguntou o DD na ligação essa
semana.
Decerto que estava cansada, tenho
dormido muito tarde, com infinitas leituras e escritas. Mas resolvi dá um
tempinho para o prazer.
Tomei meu banho, passei meus olés e
peguei meu salto alto.
Ao chegar lá, na sua kitnet, vamos
assim chamar – tudo cheiro, organizado. Mas não me importei, nem me importo com
o local, o tamanho, com móveis ou riquezas, pra mim tudo é supérfluo. Afinal,
ninguém fode moveis, come móveis...
Era noite, 20.40h, fui recebida com
um beijo na boca (sempre prefiro evitar beijo na boca – mesmo que eu chupe um
cacete – rsrsrs), entrei, ele me ofereceu um suco, disse que quero só uma agua
com gás (ele é um empresário, comerciante). Ele colocou um som com minha música
preferida – Whiter Pale of Shade –
Procol Harum e pegou em minha mão e colou seu corpo no meu num convite para
dançar, aquela música romântica – corpo no corpo – num esfregado sensual,
provocante, enquanto me cheirava o pescoço, mordiscava minha orelha. Despertando
meu lado femme. Claro que gostei. Me senti viva, mulher, poderosa.
Mas fui apenas para revê-lo depois
de algum tempo. Ele queria fuder. Mas eu estava com vontade apenas de sentir aquela
melancolia extravasar, com aquela música, dançamos mais outra e outra banda e ele
queria maias... ir mais longe. Me tocar, me invadir. Esfregar sua mão em minha
buceta, onde entreabri as pernas, ele empurrou a calcinha para o lado e começou
a passar os dedos... e cheirar meu
cheiro... fechei os olhos e deixei rolar a coisa, sentada naquela sofá. Ele foi
me inclinando e deitei, permiti retirar minha calcinha e escancarar minhas
pernas e enfiar sua cabeça ali. Fui à loucura em sentir sua boca a me sugar,
sua língua a me invadir. Tava com saudades dessas sensações... Sentir seu
cacete enrijecer...
Passamos um tempo nessa simbiose. Mas
queria voltar para casa. Tirei a cabeça dele dali e o abracei por cima de meu corpo,
prendendo-o com as pernas. Beijei-lhe a boca numa mistura dele comigo, passei a
língua em seu rosto, orelha e comecei a punhetá-lo, por minutos a fio, até quando
o sentir gemer e explodir em minha mão, me apertando... Acho que ele gostou. Afinal.
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