Durante anos e anos sempre me perguntei o que seria o melhor para esta serva. E a conclusão sempre foi a mesma: está aos pés de seu adorado Mestre. Por várias vezes e situações isso se concretizou. Pois nunca me importei em IR. Fosse para que lugar fosse. Eu, além do desejo de bem servir, tinha mais disponibilidade um tempo que de alguma forma ia construindo para adequar nossos prazeres. Como era bom sair sem saber exatamente para onde. Apenas o nome de um lugar e muito desejo. Por que sempre tive essa tresloucada paixão pelo BDSM, então distância e temo nunca foram o obstáculo.
Depois da carruagem deveria ficar mais facilitado, mas o que sobrava no passado, falta agora. Tem-se que se construir os momentos, readequar tempos, refazer agendas, relocar compromissos... Quanto mais me sinto viva, mais mulher, daquelas bem vadias, mais parece que preciso de ajustes...
Confesso que não vejo a hora de ir pra banca e defender meus escritos, que diga-se estão me tomando muito tempo com pesquisas, entrevistas, anotações, etc., aí espero poder viver de forma bem escrachada, uma semana de foda. É meu sonho de consumo. De preferência com mais de um. Até porque uma DP é uma fantasia antiga, realizada apenas com meus cacetes voláteis...
Hoje mesmo eu queria está lá onde está o prazer. E o prazer tem nome e sobrenome: Dom Marka. Esse mexe com todos os meus instintos de fêmea, de mulher, de serva, de vadia, de puta... desperta tudo que pega fogo por dentro, eruptando essa tara louca, louca, louca que foi semeada em meus instintos e me mantém viva. Pode crer!
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