Então fui surpreendida com noticias boas e ruins. Primeiro a ruim: Problema na carruagem. Agora a boa, maravilhosa: ouvir a voz markante e inconfundível do meu adoradíssimo mestre foi algo extasiante. Era tudo o que eu poderia desejar, querer ou aspirar.
No entanto, a maviosa proposta, surgiu assim como um tapa na cara, de surpresa, do nada. O coração entrou em desespero, em ritmo acelerado, palpitante e libidinoso. Não sabia como me posturar, como serva e como essa fêmea que está vivendo um turbilhão de emoções adversas - ora pra cima, ora pra baixo.
Busquei negociar com todos os meus compromissos, buscando adequações para satisfazer essa libidinosa fêmea que pulsa ao ouvir os desafios de seu adoradíssimo mestre.
Cheia de eventos e compromissos nesse final de semana. Como cerimonialista de aniversário de 50 - bodas de ouro - fiquei numa saia justa. Tentei até agora achar uma cerimonialista com protocolo mas ainda não deu. Então pensei: diante desse impasse esta simples serva tomou a iniciativa de oferecer ao seu Mestre amado a si mesma como oferta de prazer... quando do retorno do mesmo para esta cidade.
O que oferto: no dia de Seu retorno eu, ylena di Dom Marka, irei recebê-lo onde estiver entrando na cidade. Totalmente nua e buceta aberta. E sentir a extensão do Seu/Meu/Nosso prazer externalizado ou introduzido. Acho que alugarei um carro por dois dias e assim entre terça e quarta estarei motorizada.
O que meu adorado tem a dizer dessa proposta? Seria viável dessa forma, diante dessa minha praticamente impossibilidade de ir até sua presença?
Eu quero crer que meu Sr sabe que pra mim não é apenas prazer, é um grande privilégio chegar à sua presença. E quando isso não ocorre não é por desejo de não ir, mas por algum outro imperioso compromisso que não foi conseguido ser adiado ou sair do mesmo.
Perdoai-me e nos preparemos para lhe receber do jeito que o mestre gosta.... Buceta, lisa, molhada e aberta...

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