O prazer
não depende da religião. Ou talvez é a própria religião que ratifica a nossa
essência de ser: macho e fêmea. O corpo é a tradução de todos os pecados, de
todos os desejos e de todas as purezas.
A transgressão é a melhor forma entre a junção do santo e o profano. Que sentimento mais puro ou puto poder haver entre a fundição de dois corpos, entre toques de falo, manivelados pelas mãos?
Que se santifique o corpo por meio do prazer puro e real. CARPE DIEM.

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