De fato, tenho passado por muitas
lutas, mas isso não significa perdas. Mas um enfrentamento diferenciado. A
saúde tem sido o calcanhar de Aquiles. Isso me deixa fragilizada. Não por ter ‘doenças’,
mas pelo fato de a medicina não descobrir de forma assertiva o que incomoda meu
organismo.
Dores absurdas para quem está com
todos os elementos, órgãos e taxas absolutamente dentro do normal. Nada, mas
nada fora do comum. Saúde de criança, como disse um médico essa semana. Mas o
que então perturba minha vida de forma tão incomodante?
Tenho corrido para os socorros, no
caso os hospitais há 20 dias. Tudo quando é de exame feito e nada. E por fim,
agora, indo a outras especialidades que têm me rechaçado. Mas minha saga
permanece, sou insistente e não desisto, ainda mais que preciso vivenciar ainda
umas loucas aventuras BDSM. Não posso me
dá ao luxo de ser interrompida assim, do nada, sem nem saber porquê.
As dores, após inúmeros medicamentos
amenizaram, mas ainda persistem. Estive numa clínica ortopédica, mas o próprio
dono que me consultou não achou nenhum elemento divergente em meus exames, exceto
uma possível infecção, que já sabia eu, que existiu e que com os medicamentos
estava dominada. Sugeriu procurar outro especialista. Saco! São 6 merdinhas que
parecem que não estudaram.
O bom mesmo, nessa ida nem foi
falar com o Dr, mas ouvir aquela voz alucinante, que me faz entrar em transe.
Sim, a voz do meu adoradíssimo Mestre Dom Marka. Cacetes! Coração acelera, o
desejo aflora. Que dominador especial esse que tive a sorte de conhecer! Enquanto
esperava a vez, já que tinham outros ‘clientes à minha frente, fui para a esquina
(estratégico) e fiquei brincando de rodar a bolsa. Caí na risada. Imaginando o
absurdo fantasioso que criei: de salvo alto (claro), numa esquina e rodando a
bolsa... Parecendo um puta de quinta... “catiguria”, como diria a Bebel da
novela....
Esperei alguns minutos, indo de um
lado para o outro, para observar os carros que passavam e seus ocupantes, mas
não vi, nem sinal de onde poderia vir, então tive que retornar, pois alguém foi
lá fora e perguntou se eu era a fulana, disse que sim; pois estavam me chamando
já algum tempo para o atendimento. Que não deu em nada. Para o Dr. em nada
tenho de grave. Mandou procurar outro tipo de especialista. Coisa chata!
Mas aquela voz está aqui martelando
em minha memória, não pelas falas reconfortantes, que agradeço muitíssimo, mas
pela circularidade que me envolve. Amo ouvir meu mestre. Ademais, estou, sim me
cuidando, como ratifico, quero ainda viver muitas emoções que não sentir ou
reviver outras já sentidas... E é logo.


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