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A CHUPADA DO CACÁ

 


Os últimos dias têm sido bem intensos em todos os aspectos. Pressão da minha orientadora e pressão para escrever, já praticamente indo para a banca, para a defesa. Muita tensão, não durmo direito...

Por outro lado, depois do desencontro do encontro com meu adoradíssimo e amado Mestre, tenho aproveitado para dá umas saidinhas. Tinha conhecido o Cacá em 2023tínhamos saído poucas vezes, mas diante da insistência dele resolvi finalmente sair de novo com ele. Encontramo-nos na zona sudeste, longe de todos.

Primeiramente fomos numa churrascaria, mas o tal cover estava muito alto. Eu queria um ambiente mais silencioso. Fomos para outro barzinho mais afastado. Ele perguntou se eu estava assustada ou com medo. Eu disse que sim, ué. Mas estava confiando, visto que já tínhamos nos encontrado outras vezes e já tínhamos tido várias conversas sobre nossas vidas pessoais.

Chegando no barzinho do moço lá, fomos beber algo. Para mim uma cajuína geladíssima e para ele, a tal Heineken. E como ele sabe, eu não bebo álcool, ainda mais dirigindo, ficou tudo ok. Tomo um vinho tinto suave, mas lá no recanto do meu quarto ou uma cidra no natal, no fim de ano.

Enfim...

Entre o gole e outro, lá estava ele tocando meu rosto, passando a mão em meu braço, em minha boca, me cheirando e com todas as insinuações de macho para uma fêmea. De como eu era linda, cheirosa, macia. Que queria me beijar todinha dos pés à cabeça. Se eu permitiria... Porque estava viva em sua memória a foto que tinha mostrado da minha cama com uma calcinha... E do nosso último encontro...

Juro que não lembrava disso, mas depois lembrei que em 2023 enviei mesmo uma foto de uma camisola e uma calcinha em cima da cama. Estávamos sentados quase que sozinhos naquele barzinho de bairro. Era grande, mas por conta da chuva que caia, estava vazio. Apenas nós dois e o proprietário. O que foi bom.

Cada vez que ele aproximava sua cadeira da minha mais minha buceta pulsava. E percebia visivelmente o cacete dele crescendo, estava um bolo no meio da calça. Eu estava com uma saia bem rodada (propositalmente), ele atrevidamente tocou em meu joelho gritei e pedi para não tocar em meu joelho, porque eu ficava sem fôlego e tinha muitas sensações ali. Então foi subindo suas mãos alisando minhas coxas e se aproximando, enfiando a mão rumo minha buceta, eu, como uma puta, entreabri as pernas enquanto ele me cheirava o rosto, me beijava a boca, enfiando sua língua, sugando meus lábios, minha língua...

Eu já tinha dito que não beijaria mais esses homens. Mas estava tudo tão quentinho... Depois de horas de conversa sobre família, etc. etc. Fui me deixando tocar, me sentindo desejava, fêmea, vadia... Com aquela língua enfiada em meu ouvido, chupando minha orelha, misturando nossos cheiros (meu J’adore e o Malbec dele), deixei seus dedos empurrar minha calcinha pro lado e meter os dedos na minha buceta quente e fazer movimento de meter e tirar e depois cheirar e levar os dedos para a própria boca.

Suplicou: por favor, vamos sair daqui pra outro local onde possamos ficar mais a vontade. Quero te chupar todinha! Fiquei na dúvida. Mas decidi que iríamos. E fomos. Mal entramos naquele local, ali naquele grande bairro e fui literalmente chupada dos pés à cabeça. Cacá na medida em que cheirava meu corpo, lambia, sugava e quando chegou em minha buceta, juro que pensei que ia morrer. Ele abriu minhas coxas e enfiou a cara, além de enfiar a língua ali dentro, ele chupava como se fosse a última cocada preta. Me levando à loucura. 

Nunca em minha vida fui chupada com tanta avidez, com tanta loucura, tanta promessa. Ao tirar a roupa foi outra surpresa. Cacete! E era cacetão mesmo. Eu já totalmente em transe tava mais nem aí. Queria era aproveitar o que não foi possível com o mestre, por enquanto, cujo rosto não saia da minha mente.

Virei boneca de pano, jogada de um lado para outro, chupada, apertada e fudida loucamente, Além da mala no carro também sempre ando com camisinhas na bolsa. Até achei que não ia comportar aquele cacetão. Deu até um certo medo. Mas deixei o medo de lado e tentei aproveitar a dor maravilhosa daquela foda louca. A buceta ficou dilacerada e o cu aberto.

E naquela noite, nosso encontro durou umas 3 horas... mas parecia uma eternidade, das 19.30h – 22.50h. quando finalmente nos desgrudamos, porque fui beijada demais, pensei que naquela noite ia perder AS LÍNGUAS...

Cheguei em casa toda babada... e ao entrar em casa recebi mensagens e ligação dele. “fulana” podemos sair de novo amanhã? Oxente, já quer de novo?...  Vou pensar, porque preciso mesmo é do Mestre.

Enquanto isso vou viajar no carnaval...


EM TEMPO...

Ao chegar no restaurante vi aquele homem extremamente bronzeado, quase avermelhado (depois ele me disse que passou uma semana aqui, no  litoral), cabelos castanhos claros bem cortados, em cima de seus 1.80m de altura, barba por fazer, talvez 02 dia. Adorooooo. Ele é do tipo de barba bem cheia. E quando ele roçou seu rosto no meu, espetando de leve... que sensação espetacular!

Mãos atrevidamente perigosas, bulinosas, metidas...

Suas botas de cano baixo e camisa quase xadrez em mangas longas dobradas, me lembrou um cowboy de Goiás... Ai ai. Tava sexy e provocativo. E com aquela voz que só perde pro meu adorado Dom Marka. Este sim, tem A VOZ! A voz que mexe com todos meus sentidos... Adoro ouvi-lo.

A vez foi dele, do Cacá... Ele foi o principal protagonista... EU deixei... Mas no próximo EU comandarei... do meu jeito atrevido, com minha boca quente, safada, sugadora... Ele vai sentir e saber o que é ter uma fêmea putinha de fato. 

Será que ainda vai continuar me pedindo pra casar?

Agora tou assim, vadia: bolsa cheia de camisinhas e lubrificantes... vai que num momento encontro o prazer batendo na porta.... Aí é só abri e se deixar envolver.

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