Cada vez que passo logo ali em frente
fico procurando resquícios de tua presença. Entro e saio várias vezes na vã
esperança de meus olhos contemplarem Aquele que é inesquecível em mim.
Em janeiro... parece uma eternidade
esse tempo todo. Se bem que noutros momentos foram meses, anos... Mas como
digo, quanto mais perto parece que tudo ficou mais longe, mas difícil.
Tento ocupar a mente com esses
encontros fugidios, entre Cacás, Rauls, DDs, Cláudios... Mas o que encontro são
machos tarados que também acham uma fêmea ousada, perigosamente safada. Eles se
encantam, persistem, insistem, nunca desistem. Mas nem sei se quero isso. São muitos, todo dia, não dá pra sair a semana
toda com 3 diferentes em diferentes dias.
Hoje foi o Cacá2. Próxima semana
descrevo tudo. Porque nesse domingo vamos fechar o encontro que já iniciamos
neste sábado. Fomos num café perto de um shopping na cidade. Houve trocas discretas,
amassos, beijos (de novo - porra!), mordidas nas orelhas, línguas atrevidas,
mãos invasoras, sentindo o molhar de um desejo úmido...
Muitas promessas latentes em cacete crescente
sob uma calça apertada. Mas estamos num local público, num cantinho desse café. A
saída para um local reservado era quase inevitável. Mas protelei. Queria ir para
minha casa e tomar um vinho tinto que deixei no congelador. Precisava lembrar
mais um dia do meu adorado Mestre.
Será que ele me esqueceu? Viajou?
Porque sumiu? Sei lá, são tantas perguntas. Os outros sem ele não faz nenhum
sentido. Dá vontade de desistir desses tantos.
Enquanto isso vou alargando meus prazeres
com cada cacete que aumentam de tamanho... já destruir 3 efeitos vibratórios
por empurrar demais para dentro de minhas entranhas... Coisinhas caras. Vou
tentar agora um inflável, senti-lo crescendo dentro de mim... Será que aguentarei
assim como tenho aguentado o sugador de buceta e de clitóris?
É prazer? Sim, é. Mas sem o mestre é só
tempo ocupado. Assim como essa taça com muito gelo e vinho tinto.
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