Finalmente a continuação do encontro
com o Cacá2. Marcamos às 7 da noite num shopping da cidade, na torre mais alta,
depois decidimos ficar na praça de alimentação. Choveu, mas ainda assim, cheguei
em meus saltos, cheirosa e sem saber o que esperar desse novo momento.
Ao olhar ao redor não o vi de
imediato e continuei andando um pouco, quando chega aquele homem da cor de papel
(rsrsrs). Ele é bem alto, bem loiro, olhos extremamente azuis/verdes - sei lá e parece que à
noite ficava mais intenso o olhar, lembra um ex-presidente quando mais novo.
Ele estava de bermuda caqui, camiseta,
sapatos tipo mocassim, sem meias. Foi uma
boa negociação eu aceitar, quase sem tempo e visto que ele, empresário na área
de comércio com alimentos, precisou sair do trabalho. Mas segundo ele, valeria
a pena, porque ficou encantado comigo.
Aí fiquei pensando será que está
escrita puta em minha testa? Porque todos os homens que se aproximam de mim querem
fuder comigo.
Ele já tinha demonstrado interesse
em “ficarmos”, “fazer amor”.
Aí corrigi: eu não faço amor, meu negócio
é fuder. Uma boa foda. Essa é a linguagem que uso. E pode usá-la também. Nada
de fazer sexo, de fazer amor... Ele ficou
louco, quando falei isso olhando bem dentro de seus olhos, com toda insinuação
na boca, passando a língua nos lábios.
E lá na praça pedi água, porque não
podia pedir bebida, óbvio, ele queria uma cerveja eu disse que não bebia. Então
os dois bebemos água mineral. E no meio daquela multidão que nem estava nem aí,
ele, chegou bem pertinho da minha cadeira e me deu xero no rosto e perguntou o
que eu achava de sairmos par a um local mais reservado. Eu confesso que fiquei
com um pouco de receio, porque o cacete dele estava a ponto de explodir, dava
de perceber que por baixo da bermuda a coisa crescia cada vez que ele chegava
perto de mim.
Fomos para o elevador e travamos
por uns poucos segundos onde ele me agarrou e já foi enfiando a mãos embaixo do
meu vestido puxando minha calcinha para o lado e enfiando seus dedos em minha
buceta molhada. E eu, claro, entreabri as pernas. Mas logo o elevador voltou e
descemos até à carruagem. Ele convidou a irmos para algum lugar.
Mas saímos do estacionamento do
Shopping e ficamos numa rua próxima, rebaixamos os bancos onde ele me comeu, de
verdade. Beijos, mordidas e chupadas com mordidas, esfregaços nos meus seios,
apertos e mais apertos em meu corpo, fiquei com markas.
Num sei o que passa na mente desses
homens que se morder a buceta da gente isso num dói. Além de meter os dedos,
chupar feito louco ainda morder com os dentes mesmo. Estou com a buceta
dolorida. Todo encantado com minha
buceta babando, toda molhada.
Aí ele disse que sempre teeve vontade de chupar minha buceta, desde quando me viu pela primeira vez há quase dois anos atrás. E se nós poderíamos ficar namorando, saindo, ficando o que eu quisesse. Sei lá! Ele é muiiiiiiiiito tarado. O que eu adoooro.
Como ele diz: você quer madeira? Eu tenho uma enorme para te dar. E era grande mesmo. Dei um jeito de sentar em cima da madeira dela ali naquele carro, meio desconfortável, mas foi bom sentir-se sendo invadida de uma forma louca demais, com muitas mordidas no rosto, na boca, no peito... E cavalguei com movimentos rápido e longo.
"Je vais et je viens. Entre tes reins".
Mas ele é muito impetuoso, afoito. Depois de 1 hora nos desfrutando eu decidi que estava na hora de voltar pra casa, porque eu de fato precisava concluir umas escritas...
Vamos nos encontrar de novo. Ele queria ir em minha casa. Só que não. Nunca levo homens em minha casa. Somente um foi, porque é o mais especial de todos. Agora quem sabe um novo encontro num motel, com certeza. Mas só na outra semana. Porque eu preciso me preparar para fodas violentas, impetuosas.
Como vou dá conta de tantos machos
ávidos por uma foda comigo? Fazendo agenda para poder atender a todos e a mim
mesma... Mas o que queria mesmo era ELE...
Enquanto isso vou cuidando de
arrumar minha vida acadêmica...
Comentários
Postar um comentário